Sindicatos em Ação - Edição 14 - Maio de 2015 - page 29

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Derex
Para conferir o estudo completo acesse:
Diretor titular-adjunto do Derex, Vladimir Guilhamat
Vladimir Guilhamat, explica que importar tec-
nologia não é um problema, já que isso faz parte
da inserção da indústria nas cadeias regionais e
globais de valor. A questão é não ter um setor
produtivo capaz de impulsionar, da mesma for-
ma, as exportações de manufaturados e produtos
de alto valor agregado.
“Uma indústria competitiva e com elevada ca-
pacidade de inovação técnica fomenta a qualifi-
cação da mão-de-obra, gera melhores empregos
internamente e tende a ganhar espaço em dife-
rentes mercados. Essa dinâmica é fundamental
para desenvolvimento de toda a região na qual
está instalada.”
O estudo mapeou 14 regiões do estado, traçando
uma perspectiva detalhada do que cada uma ex-
porta, apontando quais são os pontos “fortes” e
onde há espaços para melhorias. Duas grandes
referências de média-alta e alta tecnologia são
as regiões de São José dos Campos, no setor ae-
ronáutico, e a Capital (impulsionada pela região
do ABC), no setor automobilístico. No entanto,
o PEP aponta outras regiões que, se estimuladas,
também podem se tornar polos tecnológicos.
“É preciso incitar políticas públicas regionais
adequadas, específicas para setores e diferentes
para cada região, de modo a fortalecer e ajudar
o desenvolvimento industrial no estado”, afirma
Guilhamat. “É essa a principal proposta do PEP.”
Crédito: Tamna Waqued/Fiesp
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