maio 2014 |
sindicatos em ação
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N O TA S
Sindicatos e FIESP:
Parcerias visando o
F U T U R O
aberto entre os países, Rizzo acredita que ainda está
longe do Brasil alcançar algum acordo bilateral com
os norte-americanos.
Reforma Fiscal (14/04/2014)
Fernando Rezende, professor da FGV, debateu no Con-
selho Superior de Economia da Fiesp (Cosec), o atraso
no ajuste fiscal e na reforma orçamentária. O professor
acredita que o tema merece urgência, o problema é es-
trutural e “apostar em melhoria da gestão pública é ilu-
são”. Para Rezende é preciso repensar o gasto na despesa
pública e “há um enorme desperdício no uso do dinhei-
ro e não por ineficiência de gestão, mas por absoluta
incoerência das regras que não mudam”.
Blocos comerciais e o agronegócio
brasileiro (07/04/2014)
O diretor global de assuntos corporativos da BRF,
Marcos Jank, defendeu em reunião do Conselho Su-
perior do Agronegócio da Fiesp (Cosag) que a agenda
de acordos comerciais seja global. Para ele, enquanto
Estados Unidos e União Europeia assinavam acordos
com diversos países o Brasil ficou parado. “Nós deixa-
mos de jogar o jogo global. O assunto é grave e preci-
samos nos mexer”. Jank quer que o Congresso retome
a agenda de acordos do agronegócio entre blocos.
Debate de responsabilidade social
inclui liderança feminina e atuação
socioambiental (03/04/2014)
O diretor do Conselho Superior de Responsabilidade
Social (Consocial), Nilton Torres de Bastos, destacou
na reunião as boas práticas de sustentabilidade socio-
ambiental da indústria e anunciou a edição 2014 da Jor-
nada da Indústria pela Sustentabilidade. Na ocasião, a
embaixadoraMaria Celina de Azevedo Rodrigues apre-
sentou dados sobre a participação mundial da liderança
da mulher. A embaixadora destacou um dado alarman-
te, que atualmente, embora a participação de mulheres
seja grande nas universidades do mundo, 11% das gra-
duadas não atuam no mercado de trabalho.
Redução do FAP - prazo termina em
setembro
Nossas empresas têm sofrido com um dia a dia
muito difícil. É uma enxurrada de normas e regu-
lamentos que encarecem o custo das operações.
Temos pilhas de coisas para fazer e muitas vezes
esquecemos de priorizar os assuntos. Como diz o
ditado: “as primeiras coisas, antes.”
Os assuntos vêm, às vezes, em duas ondas e se
o gestor não estiver atento perde oportunidades
valiosas para reduzir custos. Um exemplo foi a
alteração promovida pelo Governo, da cobrança
previdenciária de empresas, criando o FAP (Fa-
tor Acidentário de Prevenção ). Esse cálculo traz
via de regra um componente de custo indesejá-
vel (FAP>1,0) e que é único imposto que permite
uma gestão para redução de seu custo.
Setembro se aproxima. Já estamos com pouco
tempo para trabalhar este tema e implementar
plano de ação em nossas empresas, para ver o FAP
reduzido. Mas ainda é tempo, resta saber se você
acompanha o FAP de sua empresa. Sabe qual é?
Sabe quanto lhe custou? Sabe como reduzir?
Outro dia ouvi de um consultor que “custo é como
unha, há que cortar sempre”, e nós, da CSer, jun-
to com o Desin (Departamento Sindical da Fiesp)
estamos procurando as melhores opções para au-
xiliar as empresas em sua gestão.
Pense no tema e conte sempre conosco.
Comércio Brasil e EUA (15/04/2014)
André Alvim de Paulo Rizzo, secretário da Câma-
ra de Comércio Exterior, declarou que o comércio
Brasil e EUA não está abalado por causa dos ca-
sos de espionagem. Para ele, o que existe é apenas
um problema pontual na esfera diplomática e não
comercial. Mesmo com o canal de negociações