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sindicatos em ação
| julho 2019
A Indústria 4.0 no Brasil já é uma realidade que impele a
cadeia produtiva a agilizar suas atividades nesse novo cená-
rio. No setor de saúde, em que a conectividade ganha cada
dia mais destaque, a Indústria 4.0 exige uma reunião de es-
forços que envolvem redução de despesas, investimento em
P&D (pesquisas e desenvolvimento) e mudança para uma
cultura focada na inovação.
O Sinaemo (Sindicato da Indústria de Artigos e Equipamen-
tos Odontológicos, Médicos e Hospitalares do Estado de São
Paulo) e a Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Ar-
tigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares
e de Laboratórios), entidades que representam a indústria
brasileira de dispositivos para a saúde, estão permanente-
mente sintonizadas em busca de ferramentas e alternativas
para orientar as empresas associadas nessa integração.
Hoje a indústria paulista conta com opções acessíveis para
consolidar sua inserção no mundo digital. Uma delas está
no Senai São Paulo, que oferta o programa IP+C – Indús-
tria Paulista Mais Competitiva, iniciativa da entidade para
aumentar a produtividade do setor industrial.
Oferecendo Assessoria em Indústria 4.0, que promove
ações para aumento da sustentabilidade e da produtividade
por meio de upgrade tecnológico, somadas ao monitora-
mento do processo em tempo real e à mudança da cultu-
ra na gestão do chão de fábrica, o Senai São Paulo oferece
atendimento customizado e com duração flexível.
RUMO À
INDÚSTRIA 4.0
O trabalho envolve etapas que vão desde o mapeamento
do estado atual da empresa para adequação à era digital
e a identificação dos pontos de controle e gaps, até a im-
plementação de soluções de automação e comunicação,
integração de sistemas e equipamentos, implementação de
recursos ciberfísicos, analytics, conectividade, digitalização
e, acima de tudo, da cultura digital.
O programa também fornece Assessoria em Manufatura
Enxuta. Após o diagnóstico, informações sobre o processo
produtivo são levantadas para, na sequência, o programa
iniciar as fases de intervenção, monitoramento e encerra-
mento com a elaboração de um relatório de resultados.
Há também a Assessoria em Eficiência Energética,com es-
tudo tarifário de consumo, mapeamento energético, avalia-
ção técnico-financeira das oportunidades, apresentação das
ações em eficiência energética, implementando e validando
os resultados obtidos, que objetivam redução de mais de
10% no consumo ou de 5% na despesa.
O setor de saúde movimenta aproximadamente 10% do
PIB nacional,por isso ter uma indústria forte abastecen-
do o mercado interno e ganhando relevância no comércio
exterior reflete em fortalecimento da economia e contri-
buição direta para a retomada do crescimento. Mais in-
formações sobre o Programa IP+C podem ser obtidas no
portal
e pelo
telefone 11 3146-7155.
É preciso ampliar a competitividade